Afago de estação

É vidro frágil
nosso belo tempo
onde existir múltiplo de afago
é necessário.
O colorir de beijos
Santuário.
É terra batida
o nosso passo.
Ao avançamos nus
pelo penhasco.
Á cantar baixinho
sobre laços.
Decompondo nós
o gosto amargo.
Disposto e quente
os teus anseios.
Flor primeira de estação
Á Dançar solta
o tempo-hoje
curvada ao vento
Saudação.
Brada livre
o caminho.
Não há amor
com retidão.

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